Bem, como todos que acompanham meu blog sabem, estou passando uns meses, por livre e espontânea vontade logicamente, no tiro de guerra de minha cidade, enfim...
E, logicamente, tenho que usar a farda do exército...
E, infelizmente ou felizmente (no caso a ser apresentado aqui; infelizmente), existe um certo fetiche por tras de usar o fardamento, algumas pessoas acham sensual ou atraente, anyway...
- os fatos narrados aqui acontecem entre 4:20 e 4:40 -
Lá estava eu andando de bicicleta, na ja conhecida madruga boladona, não estava tão frio como nos dias anteriores, mas isto não vem ao caso.
O caso é que eu andava tranquilo pela avenida do TG, não avistava muita coisa a frente pelo fato de estar escuro...
Ainda faltavam algumas quadras (ou quarteirões (variação linguistica maldita) para chegar ao quartel. Um amigo passou de moto do meu lado acenando, acenei de volta.
e aqui começa a história.
quando meu amigo de moto avançou mais uns metros eu ouço o grito
"LEVA EU JUNTO"
eu prossegui em frente, e pude ver o que era: três periguetes escrotas e bebaças, que exalavam DSTs, andando na madrugada...
logo após uma delas gritar isso, elas se viraram e seguiram em frente, feito isso me avistaram vindo de encontro
"AH! ESSE DE BICICLETA VAI TER QUE PARAR!"
continuei pedalando
"SE NÃO PARAR VAI TER QUE ME ATROPELAR!"
nisso, paguei pra ver o blefe, e continuei pedalando... a safada entrou na frente da bicicleta mesmo, e puxou meu braço...
sério, se eu caisse por causa de uma vagaba dessas, iria bater nelas com a bicicleta.
estava com muita raiva para bolar alguma ofensa verbal... puxei meu braço de volta com força e continuei a pedalar, nisso uma delas grita algo que fez eu rir bastante...
"TIRA ESSE ÓDIO DO SEU CORAÇÃO! VAMO POR UM POUCO DE AMOR AE!"
o pior de tudo, ou melhor não sei, é que quando cheguei no TG, passou um tempo chegou outro colega, feliz dizendo
"cara, peguei o telefone de umas mina mô massa ali em cima."
vai na fé, champs.
sábado, 12 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
A vida como ela é
Que merda de vida, mas sempre soube que seria assim, afinal do jeito que a levo, nao tem como ser diferente...
Com o vento cortando seu rosto e balançando seus longos cabelos mal tratados, Cripple corria velozmente em seu veiculo, que, mais cedo naquele dia, havia roubado.
- Pelo menos valeu a pena, grana fácil, o único problema é viajar com essa cabeça fedida do lado...
é, John... você esta com problemas... esta começando a falar sozinho...
Nunca soube ao certo o porque de eu fazer isso... prazer? acredito que tenho um pouco... mas confesso que foi adquirido, no inicio era simplesmente indiferente...
As montanhas iam desaparecendo e no cenário desforme, a poeira ia surgindo conforme John Cripple acelerava sua montaria de aço. Enquanto a paisagem mudava, em uma espécie de degradê sinistro, de montanhas para completo deserto, a noite ia chegando.
Hoje em dia não se tem muita escolha na verdade, mas sei que não faço o que faço para me dar bem na vida ou qualquer coisa do tipo... até porque é um trabalho sujo...
O motor roncava, gritando por mais combustivel, contudo, no horizonte algumas luzes foscas iam surgindo, quem diria: a pequena cidade estava proxima.
- Estamos quase lá, sua cabeça podre... quem diria que um esquartejador de merda igual a você iria me render o dinheiro pr'a passar o mês todo?
Faço o que faço porque sou bom nisso, algumas vezes tenho ate orgulho. Matar pessoas que merecem a morte, e receber por isso, convenhamos, é satisfatório...
Chegando na velha cidadee saindo do carro, que agora já estava sem combustivel, e levando um saco em sua mão direita, Cripple foi caminhando de modo sereno, ate alcançar e adentrar na estalagem que ali havia, para entregar o seu troféu e receber sua recompensa.
É uma merda de vida... mas foi a que eu escolhi, como disse, as vezes sinto prazer e orgulho disso, muitos podem não achar digno, mas não me importo, é o que sei fazer. Caçando, matando e lucrando, é assim que vou seguindo, sem planos para o futuro.
Com o vento cortando seu rosto e balançando seus longos cabelos mal tratados, Cripple corria velozmente em seu veiculo, que, mais cedo naquele dia, havia roubado.
- Pelo menos valeu a pena, grana fácil, o único problema é viajar com essa cabeça fedida do lado...
é, John... você esta com problemas... esta começando a falar sozinho...
Nunca soube ao certo o porque de eu fazer isso... prazer? acredito que tenho um pouco... mas confesso que foi adquirido, no inicio era simplesmente indiferente...
As montanhas iam desaparecendo e no cenário desforme, a poeira ia surgindo conforme John Cripple acelerava sua montaria de aço. Enquanto a paisagem mudava, em uma espécie de degradê sinistro, de montanhas para completo deserto, a noite ia chegando.
Hoje em dia não se tem muita escolha na verdade, mas sei que não faço o que faço para me dar bem na vida ou qualquer coisa do tipo... até porque é um trabalho sujo...
O motor roncava, gritando por mais combustivel, contudo, no horizonte algumas luzes foscas iam surgindo, quem diria: a pequena cidade estava proxima.
- Estamos quase lá, sua cabeça podre... quem diria que um esquartejador de merda igual a você iria me render o dinheiro pr'a passar o mês todo?
Faço o que faço porque sou bom nisso, algumas vezes tenho ate orgulho. Matar pessoas que merecem a morte, e receber por isso, convenhamos, é satisfatório...
Chegando na velha cidadee saindo do carro, que agora já estava sem combustivel, e levando um saco em sua mão direita, Cripple foi caminhando de modo sereno, ate alcançar e adentrar na estalagem que ali havia, para entregar o seu troféu e receber sua recompensa.
É uma merda de vida... mas foi a que eu escolhi, como disse, as vezes sinto prazer e orgulho disso, muitos podem não achar digno, mas não me importo, é o que sei fazer. Caçando, matando e lucrando, é assim que vou seguindo, sem planos para o futuro.
sábado, 29 de maio de 2010
Military Fail
Se você é um dos poucos que acompanha esse humilde bloguinho, sabe que estou sendo obrigado a servir a pátria.
Nossa história começa por aí, quando tenho que fazer algo de modo forçado, eu simplesmente não funciono direito...
acontece que na ultima instrução que tivemos, aprendemos a usar a baioneta (uma especie de faca que fica presa a sua coxa, mas também pode ser anexada na ponta do fuzil) e junto com a baioneta ganhamos um cinto.
Aqui gostaria de fazer outro adendo: meu porte físico é ridiculo, sou um anão magrelo e tosco... e devido a isso todo equipamento que recebo lá fica muito grande, demorando muito tempo para eu ajustar.
Após ganharmos esses apetrechos, o sargento estava explicando como a baioneta era anexada ao cinto, eu, contudo, estava ajustando o cinto ao meu corpão, e nao ouvi as instruções, mas até ae tudo bem, pois muita gente não sabia como fazer certo. Na hora de colocar a baioneta ao cinto, um atirador amigo, se ofereceu pra me ajudar e ajudar a outro ao meu lado, agradecido deixei ele me ajudar.
Aqui a coisa começa a feder.
Não fazendo por mal (sim, sei que foi um erro inocente) ele colocou a minha baioneta de modo errado, mas não só a minha... a dele e a do outro companheiro também.
Depois de um tempo, o sargento começou a passar de um em um para olhar o equipamento, se foi posto de modo certo e blá. Foi passando e ajustando o do pessoal, muitos estavam errados... até que ele chegou no meu.
Não sei o que houve, sabe, mas ele simplesmente se descontrolou, começou a gritar muito, me xingou (agora não lembro a palavra usada, mas era algo que eu nunca tinha ouvido haha) disse que era uma coisa fácil e todo mundo devia saber fazer, mandou eu tirar o cinto e arrumou de modo correto, me ofendendo em voz alta.
O mais engraçado disso tudo, é que o cara do lado, que estava errado exatamente do mesmo jeito, o sargento chegou e "poxa, deixa eu arrumar para você". acho que ele descarregou toda a barra de ódio em mim.
Eu já não funciono direito ao ser obrigado, ainda com o adicional de ser ofendido, meu cérebro desligou.
Após a sessão de ofensas, pegamos nossos fuzís, e o sargento ordenou
- Descan saar!
Assumi a posição de descansar, o fuzil ao lado, encostado na coxa uma mão segurando-o e a outra mao colada a outra coxa.
- Podem ajustar a farda e o equipamento.
Nesse instante, fui amarrar a baioneta a minha coxa... me virei e abaixei para amarrar, e escuto um barulho que me fez pensar o quão idiota eu sou.
Deixei o fuzil cair.
- VINTE!
Eu estava muito ocupado, me xingando, para ouvir o sargento me mandando fazer flexões.
Meus amigos do lado "paga 20, cara..." achei que fosse brincadeira e não o fiz.
- PAGA VINTE, AGORA!
"Caralho", pensei.
Deitei no chão e comecei a fazer flexão
- COM O FUZIL EM CIMA DAS MÃOS!
"Desgraça", pensei.
Peguei o fuzil e recomecei.
- TODO MUNDO, 3 VOLTAS AQUI AO REDOR!
Eu devia estar na 12º, mas quando ele mandou todos correrem, foram as flexões mais rápidas que fiz na vida... completei 20 peguei meu fuzil e sai correndo para alcançar os outros, que com certeza, só correram por minha culpa.
haha é engraçado porque estamos indo para o 4º mês de militarismo, e tinha a doce ilusão de que nunca iria fazer merda lá, mas ultimamente minha sorte anda me espantando, em questão de o quão ruim ela pode ficar.
Nossa história começa por aí, quando tenho que fazer algo de modo forçado, eu simplesmente não funciono direito...
acontece que na ultima instrução que tivemos, aprendemos a usar a baioneta (uma especie de faca que fica presa a sua coxa, mas também pode ser anexada na ponta do fuzil) e junto com a baioneta ganhamos um cinto.
Aqui gostaria de fazer outro adendo: meu porte físico é ridiculo, sou um anão magrelo e tosco... e devido a isso todo equipamento que recebo lá fica muito grande, demorando muito tempo para eu ajustar.
Após ganharmos esses apetrechos, o sargento estava explicando como a baioneta era anexada ao cinto, eu, contudo, estava ajustando o cinto ao meu corpão, e nao ouvi as instruções, mas até ae tudo bem, pois muita gente não sabia como fazer certo. Na hora de colocar a baioneta ao cinto, um atirador amigo, se ofereceu pra me ajudar e ajudar a outro ao meu lado, agradecido deixei ele me ajudar.
Aqui a coisa começa a feder.
Não fazendo por mal (sim, sei que foi um erro inocente) ele colocou a minha baioneta de modo errado, mas não só a minha... a dele e a do outro companheiro também.
Depois de um tempo, o sargento começou a passar de um em um para olhar o equipamento, se foi posto de modo certo e blá. Foi passando e ajustando o do pessoal, muitos estavam errados... até que ele chegou no meu.
Não sei o que houve, sabe, mas ele simplesmente se descontrolou, começou a gritar muito, me xingou (agora não lembro a palavra usada, mas era algo que eu nunca tinha ouvido haha) disse que era uma coisa fácil e todo mundo devia saber fazer, mandou eu tirar o cinto e arrumou de modo correto, me ofendendo em voz alta.
O mais engraçado disso tudo, é que o cara do lado, que estava errado exatamente do mesmo jeito, o sargento chegou e "poxa, deixa eu arrumar para você". acho que ele descarregou toda a barra de ódio em mim.
Eu já não funciono direito ao ser obrigado, ainda com o adicional de ser ofendido, meu cérebro desligou.
Após a sessão de ofensas, pegamos nossos fuzís, e o sargento ordenou
- Descan saar!
Assumi a posição de descansar, o fuzil ao lado, encostado na coxa uma mão segurando-o e a outra mao colada a outra coxa.
- Podem ajustar a farda e o equipamento.
Nesse instante, fui amarrar a baioneta a minha coxa... me virei e abaixei para amarrar, e escuto um barulho que me fez pensar o quão idiota eu sou.
Deixei o fuzil cair.
- VINTE!
Eu estava muito ocupado, me xingando, para ouvir o sargento me mandando fazer flexões.
Meus amigos do lado "paga 20, cara..." achei que fosse brincadeira e não o fiz.
- PAGA VINTE, AGORA!
"Caralho", pensei.
Deitei no chão e comecei a fazer flexão
- COM O FUZIL EM CIMA DAS MÃOS!
"Desgraça", pensei.
Peguei o fuzil e recomecei.
- TODO MUNDO, 3 VOLTAS AQUI AO REDOR!
Eu devia estar na 12º, mas quando ele mandou todos correrem, foram as flexões mais rápidas que fiz na vida... completei 20 peguei meu fuzil e sai correndo para alcançar os outros, que com certeza, só correram por minha culpa.
haha é engraçado porque estamos indo para o 4º mês de militarismo, e tinha a doce ilusão de que nunca iria fazer merda lá, mas ultimamente minha sorte anda me espantando, em questão de o quão ruim ela pode ficar.
terça-feira, 25 de maio de 2010
a happy place
desculpem a demora para postar, estava fora da cidade, tive que realizar missões ultra-secretas de cunho militar, sou um soldado muito requisitado para servir a pátria, mas essa é uma outra história. por favor ignorem isso
bem, acho que estou de volta, o blog não morreu e tentarei atualizar com mais frequência isto aqui (sério que ainda caem nessa?) o bom de ficar sem postar, é que tenho material pra atualizar por mais um tempo, ate eu sumir novamente, ou não...
enfim, vamos ao post
essa é uma história que, para não comprometer os personagens, que obviamente são ficticios not , apenas usarei as iniciais dos nomes para não compromete-los identifica-los.
tudo começa em uma ida a casa de um grande amigo meu, praticamente um irmão, chamarei de 'E', antigamente, toda semana eu e mais grandes amigos, de longa data, íamos a casa de E, jogar conversa fora, dar boas risadas, e etecetreta.
com o passar dos anos, os estudos ficaram pesados, os compromissos importantes, foi ficando mais dificil de nos reunirmos, mas sempre que possivel ainda vamos a casa de E.
há umas três (ou mais) semanas, o destino sorriu, e surgiu a possibilidade de reunir toda a galera, então, eu, N, C, J, fomos a casa de E. (é confuso, mas vou usar iniciais apenas mesmo :T )
já na casa, costumeiramente assistimos um filme, que foi KickAss (sério, assistam, muito bom!!)
o filme acabou e era de madrugada, resolvemos dormir, ou tentar, ou só conversarmos mesmo.
N deitou e dormiu, instantaneamente.
eu, E, C e J continuamos acordados, sem sono e conversando sem respeitar o sono alheio mesmo.
E : vou pensar em alguem, pode ser famoso ou não, e com perguntas vocês vão tentando adivinhar quem é.
.e aqui é o climax da história.
esse jogo durou bastante, foi divertido até que...
J : é alguém relacionado a gente?
E: sim...
C: ao ulisses?
E: não
N: zzZzzzZzzz... (nunca entendi pq isso representa dormir, mas funciona)
J: ao C?
E: sim, marcou bastante a vida dele.
C: é mulher?
E: não
ulisses: marcou como a vida dele?
E: marcou de um jeito triste...
C: você conhece a pessoa?
E: nunca vi....mas vai gente, essa vai ser engraçada...
*e assim foi, por muito tempo, acho que uma hora só de perguntas que as respostas não pareciam fazer sentido*
J: ele trabalha?
E: sim
ulisses: ganha bem?
E: sim
C: eu conheço ele?
E: viu só uma vez...
J: ele é médico?
E: sim
J: é o médico que disse que o C tem herpes genital?
E: SIM!
confesso que eu,E e J rimos por um bom tempo... porém, C ficou quieto
E: você ta de cara?
C: *silêncio*
eu e J: foi engraçado po
C: *silêncio*
e o C nunca mais falou com a gente...
------------------------------------------
esse post é dedicado ao E, sim é bem interna a história, mas
tava devendo um post ao E já fazia muitoooo tempo, não sei se ficou bom esse, mas espero que ele goste
bem, acho que estou de volta, o blog não morreu e tentarei atualizar com mais frequência isto aqui (sério que ainda caem nessa?) o bom de ficar sem postar, é que tenho material pra atualizar por mais um tempo, ate eu sumir novamente, ou não...
enfim, vamos ao post
essa é uma história que, para não comprometer os personagens, que obviamente são ficticios
tudo começa em uma ida a casa de um grande amigo meu, praticamente um irmão, chamarei de 'E', antigamente, toda semana eu e mais grandes amigos, de longa data, íamos a casa de E, jogar conversa fora, dar boas risadas, e etecetreta.
com o passar dos anos, os estudos ficaram pesados, os compromissos importantes, foi ficando mais dificil de nos reunirmos, mas sempre que possivel ainda vamos a casa de E.
há umas três (ou mais) semanas, o destino sorriu, e surgiu a possibilidade de reunir toda a galera, então, eu, N, C, J, fomos a casa de E. (é confuso, mas vou usar iniciais apenas mesmo :T )
já na casa, costumeiramente assistimos um filme, que foi KickAss (sério, assistam, muito bom!!)
o filme acabou e era de madrugada, resolvemos dormir, ou tentar, ou só conversarmos mesmo.
N deitou e dormiu, instantaneamente.
eu, E, C e J continuamos acordados, sem sono e conversando sem respeitar o sono alheio mesmo.
E : vou pensar em alguem, pode ser famoso ou não, e com perguntas vocês vão tentando adivinhar quem é.
.e aqui é o climax da história.
esse jogo durou bastante, foi divertido até que...
J : é alguém relacionado a gente?
E: sim...
C: ao ulisses?
E: não
N: zzZzzzZzzz... (nunca entendi pq isso representa dormir, mas funciona)
J: ao C?
E: sim, marcou bastante a vida dele.
C: é mulher?
E: não
ulisses: marcou como a vida dele?
E: marcou de um jeito triste...
C: você conhece a pessoa?
E: nunca vi....mas vai gente, essa vai ser engraçada...
*e assim foi, por muito tempo, acho que uma hora só de perguntas que as respostas não pareciam fazer sentido*
J: ele trabalha?
E: sim
ulisses: ganha bem?
E: sim
C: eu conheço ele?
E: viu só uma vez...
J: ele é médico?
E: sim
J: é o médico que disse que o C tem herpes genital?
E: SIM!
confesso que eu,E e J rimos por um bom tempo... porém, C ficou quieto
E: você ta de cara?
C: *silêncio*
eu e J: foi engraçado po
C: *silêncio*
e o C nunca mais falou com a gente...
------------------------------------------
esse post é dedicado ao E, sim é bem interna a história, mas
tava devendo um post ao E já fazia muitoooo tempo, não sei se ficou bom esse, mas espero que ele goste
terça-feira, 4 de maio de 2010
Um post para a K2
bom, faz tempo que nao atualizo isto aqui, e infelizmente nao atualizarei com algo engraçado ou feliz...
K2 Mangá Point, praticamente todos aqui, salvo o Henrique, não devem saber o que é K2, bom é uma loja que vende artigos relacionados a animes, mangás, roupas para cosplayers e afins... uma simples loja... mas talvez a loja mais importante que ja frequentei.
Pode parecer bobo ficar triste com isso, não sei... mas hoje foi o ultimo dia em atividade da K2 aqui em maringá, sim a loja fechou, não faço idéia se algum dia irá reabrir...
a k2 não era um lugar grande nem nada do tipo... pelo contrario era pequeno, porém muito aconchegante... lá foi o primeiro lugar, fora a escola, aonde socializei de verdade com pessoas totalmente desconhecidas, e decorrente a isso, criei fortes laços com as pessoas de lá, mas não apenas eu, acredito que muitos lá conquistaram amigos para toda a vida.
Já era rotina, todo sábado iamos na k2, fazer o que? nada... jogar conversa fora apenas, acho que isso tornava o lugar especial, a simplicidade de como tudo acontecia por lá... lá era um lugar de pessoas boas, amigos bons, companheiros de verdade, que sempre carregarei comigo e acredito que mesmo nao tendo mais k2, todas as amizades que foram construidas lá irao perdurar por muitos longos anos ainda, não quero fazer um post muito comprido ate porque não é prazeroso escrever sobre isso.
só queria dizer que aquele lugar representava muito mais do que uma simples loja para mim... e no inicio do post disse que nao seria sobre algo feliz nem engraçado, contudo as lembraças que levarei comigo daquele lugar serão sempre lembranças felizes e engraçadas.
K2 Mangá Point, praticamente todos aqui, salvo o Henrique, não devem saber o que é K2, bom é uma loja que vende artigos relacionados a animes, mangás, roupas para cosplayers e afins... uma simples loja... mas talvez a loja mais importante que ja frequentei.
Pode parecer bobo ficar triste com isso, não sei... mas hoje foi o ultimo dia em atividade da K2 aqui em maringá, sim a loja fechou, não faço idéia se algum dia irá reabrir...
a k2 não era um lugar grande nem nada do tipo... pelo contrario era pequeno, porém muito aconchegante... lá foi o primeiro lugar, fora a escola, aonde socializei de verdade com pessoas totalmente desconhecidas, e decorrente a isso, criei fortes laços com as pessoas de lá, mas não apenas eu, acredito que muitos lá conquistaram amigos para toda a vida.
Já era rotina, todo sábado iamos na k2, fazer o que? nada... jogar conversa fora apenas, acho que isso tornava o lugar especial, a simplicidade de como tudo acontecia por lá... lá era um lugar de pessoas boas, amigos bons, companheiros de verdade, que sempre carregarei comigo e acredito que mesmo nao tendo mais k2, todas as amizades que foram construidas lá irao perdurar por muitos longos anos ainda, não quero fazer um post muito comprido ate porque não é prazeroso escrever sobre isso.
só queria dizer que aquele lugar representava muito mais do que uma simples loja para mim... e no inicio do post disse que nao seria sobre algo feliz nem engraçado, contudo as lembraças que levarei comigo daquele lugar serão sempre lembranças felizes e engraçadas.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
For Those About to Rock, We Salute You - Pt. II
A data do show era 07/04 (sim aconteceu há um tempo já)
Empolgado com a chance de poder ir ao show, procurei me informar do local e do preço. A apresentação seria realizada num teatro daqui, e o preço era de 35 reais.
Sabia que seria dia 7, porem nem procurei saber que dia da semana era... quando fui ver, seria em plena quarta-feira, iniciando as 20 horas com a banda de abertura Panndora. Fodeu, pensei comigo, estudo de noite, ao menos, naquela semana não tinha nada de 'importante' na faculdade.
Uma semana antes do show, eu e meu grupo deveríamos apresentar um trabalho sobre experiencia estética, poréééém, no dia da apresentação o Reitor Charles Bronson(provavelmente poucos de vocês sabem que é o charles bronson, mas o reitor é cara dele) resolveu dar uma palestra sobre como todos nós somos burros e incompetentes perto dele, e como o Brasil é um lixo em comparado os outros paises. Trabalho adiado para o dia 07/04.
A coisa tava tensa, eu estava realmente triste com isso, haha, provavelmente não iria mais ao show.
Sou bem careta, não gosto de matar aula, ainda mais com trabalho pra aprensetar haha.
Chegou o dia 07/04, eu indo pra faculdade... apresentar o semináriozinho de história da arte. A aprensetação deveria conter recursos audio visuais, como power point, videos e bláblá, a parte falada, óbvio, e no fim questões elaboradas pelo grupo para a sala responder.
Pelo menos ocorreu tudo bem no seminário, estavamos quase no fim da apresentação, eram as partes das perguntas, quando uma amiga, do nosso grupo, disse pra irmos para o show que essa parte seria com ela.
*_*
Rompendo as barreiras psicológicas de matar aula, eu e mais dois amigos seguimos para fora da faculdade, afinal era um motivo nobre, uma causa maior. (riariar!)
Chegamos ao teatro, perdemos uma boa parte da banda de abertura, mas não era problema, ficamos sentados assistindo ao show delas, a banda não era ruim, mas naquele dia cometeram vários deslizes =x
apos umas 2 musicas, elas encerraram, sairam do palco. Passado alguns minutos os técnicos começaram a repassar o som, levantamos e fomos ficar perto do palco.
Saindo de trás das cortinas, primeiro veio o guitarrista solo da banda, recebido por várias palmas e gritos, logo após veio o guitarrista base, baixista e o baterista, os primeiros acordes da mus
ica começaram a soar... Eis que parecendo um trator descontrolado, vem pisando forte o vocalista: BLAZE BAYLEY. Parecendo que ia pular sobre todos nós, ele veio raivoso e cantando como nunca (bem melhor que na era Maiden diga-se de passagem).
A proximidade que ele ficou do público foi impressionante, ele encostava na galera, puxava; havia uma senhora lá, quando ele à viu, foi ate ela e à abraçou (ainda cantando)
Foi inesquecível o show, Blaze é um cara e tanto, fez graça em cima do palco, falou coisas sérias, e é claro, cantou de um jeito incrivel. Mas o que mais me surpreendeu foi a humi
ldade, nao só dele mas de todos da banda, tanto é que após o show, ele não foi embora, nem ficou uns 10 minutinhos e depois foi, ficou lá ate todos irem embora, sim, todos... Atendeu aos fãs, tirou fotos com todos que queriam, deu autográfos, conversou, e como já dito, não só ele, todos da banda, isso foi o que eu achei mais impressionante, admito.
Ao termino do show, tirei fotos com os dois guitarristas (e quando perguntei, me disseram que ano que vem estão de volta) e é claro, com o grande Blaze, que por mais injustiçado que seja no mundo do metal, vem mostrando que tá com a corda toda, e cada vez melhor, trazendo um metal que hoje em dia é dificil de se ver.
Empolgado com a chance de poder ir ao show, procurei me informar do local e do preço. A apresentação seria realizada num teatro daqui, e o preço era de 35 reais.
Sabia que seria dia 7, porem nem procurei saber que dia da semana era... quando fui ver, seria em plena quarta-feira, iniciando as 20 horas com a banda de abertura Panndora. Fodeu, pensei comigo, estudo de noite, ao menos, naquela semana não tinha nada de 'importante' na faculdade.
Uma semana antes do show, eu e meu grupo deveríamos apresentar um trabalho sobre experiencia estética, poréééém, no dia da apresentação o Reitor Charles Bronson(provavelmente poucos de vocês sabem que é o charles bronson, mas o reitor é cara dele) resolveu dar uma palestra sobre como todos nós somos burros e incompetentes perto dele, e como o Brasil é um lixo em comparado os outros paises. Trabalho adiado para o dia 07/04.
A coisa tava tensa, eu estava realmente triste com isso, haha, provavelmente não iria mais ao show.
Sou bem careta, não gosto de matar aula, ainda mais com trabalho pra aprensetar haha.
Chegou o dia 07/04, eu indo pra faculdade... apresentar o semináriozinho de história da arte. A aprensetação deveria conter recursos audio visuais, como power point, videos e bláblá, a parte falada, óbvio, e no fim questões elaboradas pelo grupo para a sala responder.
Pelo menos ocorreu tudo bem no seminário, estavamos quase no fim da apresentação, eram as partes das perguntas, quando uma amiga, do nosso grupo, disse pra irmos para o show que essa parte seria com ela.
*_*
Rompendo as barreiras psicológicas de matar aula, eu e mais dois amigos seguimos para fora da faculdade, afinal era um motivo nobre, uma causa maior. (riariar!)
Chegamos ao teatro, perdemos uma boa parte da banda de abertura, mas não era problema, ficamos sentados assistindo ao show delas, a banda não era ruim, mas naquele dia cometeram vários deslizes =x
apos umas 2 musicas, elas encerraram, sairam do palco. Passado alguns minutos os técnicos começaram a repassar o som, levantamos e fomos ficar perto do palco.
Saindo de trás das cortinas, primeiro veio o guitarrista solo da banda, recebido por várias palmas e gritos, logo após veio o guitarrista base, baixista e o baterista, os primeiros acordes da mus
A proximidade que ele ficou do público foi impressionante, ele encostava na galera, puxava; havia uma senhora lá, quando ele à viu, foi ate ela e à abraçou (ainda cantando)
Foi inesquecível o show, Blaze é um cara e tanto, fez graça em cima do palco, falou coisas sérias, e é claro, cantou de um jeito incrivel. Mas o que mais me surpreendeu foi a humi
ldade, nao só dele mas de todos da banda, tanto é que após o show, ele não foi embora, nem ficou uns 10 minutinhos e depois foi, ficou lá ate todos irem embora, sim, todos... Atendeu aos fãs, tirou fotos com todos que queriam, deu autográfos, conversou, e como já dito, não só ele, todos da banda, isso foi o que eu achei mais impressionante, admito.Ao termino do show, tirei fotos com os dois guitarristas (e quando perguntei, me disseram que ano que vem estão de volta) e é claro, com o grande Blaze, que por mais injustiçado que seja no mundo do metal, vem mostrando que tá com a corda toda, e cada vez melhor, trazendo um metal que hoje em dia é dificil de se ver.
domingo, 18 de abril de 2010
For Those About to Rock, We Salute You
Por mais que eu goste de Heavy Metal e coisital, nunca fui muito de ir em shows ou ir em lugares onde a 'galera do metal' vai, até porque sou incrivelmente anti-social e não fico avontade em lugares com muita quantidade de gente.
A questão de não ir muito em shows, é que só vou em shows de bandas que eu realmente gosto muito, e que sei que valerá a pena, e outra coisa que não consigo fazer e ficar batendo a cabeça ou pulando igual um epilético.
Lá para meados de fevereiro, fiquei sabendo que haveria, em Maringá (sim, Maringá (obviamente, cidade aonde moro)) um show de uma banda chamada Blaze Bayley, ok muitos de vocês nem devem saber do que se trata, entãaaao vamos lá.
existe uma banda chamada Iron Maiden, e ela faz um som bem supimpa, e por volta de 1990 e poucos, o vocalista (Bruce dickinson) saiu da banda... e quem entrou pra substiti-lo? Blaze Bayley.
o problema, é que substituir Bruce Dickinson não é tarefa fácil, diria até que não é possível, enfim, por isso praticamente ninguem gostou de Blaze no Maiden, eu, particularmente, acho as musicas feitas na era Blaze muito boas, com letras interessantes e instrumental foda. Blaze não durou muito na banda e saiu, Bruce voltou e todos foram felizes.
Apos sair do Iron Maiden, Blaze Bayley montou sua propria banda, chamada BLAZE BAYLEY (adoro a criatividade alheia) fazendo um metal de qualidade e mostrando para todos o quão bom ele é.
Voltando ao ponto central do texto, eles iram vir na minha cidadezinha humilde, fiquei bem feliz com a notícia e queria muito ir.
(esse texto tera umas duas partes, acredito, poderia ter feito só em 1, mas dae demoraria mais pra atualizar, riariar)
musiquinha do blaze pra quem quiser ouvir
A questão de não ir muito em shows, é que só vou em shows de bandas que eu realmente gosto muito, e que sei que valerá a pena, e outra coisa que não consigo fazer e ficar batendo a cabeça ou pulando igual um epilético.
Lá para meados de fevereiro, fiquei sabendo que haveria, em Maringá (sim, Maringá (obviamente, cidade aonde moro)) um show de uma banda chamada Blaze Bayley, ok muitos de vocês nem devem saber do que se trata, entãaaao vamos lá.
existe uma banda chamada Iron Maiden, e ela faz um som bem supimpa, e por volta de 1990 e poucos, o vocalista (Bruce dickinson) saiu da banda... e quem entrou pra substiti-lo? Blaze Bayley.
o problema, é que substituir Bruce Dickinson não é tarefa fácil, diria até que não é possível, enfim, por isso praticamente ninguem gostou de Blaze no Maiden, eu, particularmente, acho as musicas feitas na era Blaze muito boas, com letras interessantes e instrumental foda. Blaze não durou muito na banda e saiu, Bruce voltou e todos foram felizes.
Apos sair do Iron Maiden, Blaze Bayley montou sua propria banda, chamada BLAZE BAYLEY (adoro a criatividade alheia) fazendo um metal de qualidade e mostrando para todos o quão bom ele é.
Voltando ao ponto central do texto, eles iram vir na minha cidadezinha humilde, fiquei bem feliz com a notícia e queria muito ir.
(esse texto tera umas duas partes, acredito, poderia ter feito só em 1, mas dae demoraria mais pra atualizar, riariar)
musiquinha do blaze pra quem quiser ouvir
domingo, 11 de abril de 2010
Supresas da Vida - fim
Vendo vários anuncios de procura-se, e sem acreditar como o dinheiro veio ate ele de um modo tao simple, John adiantou-se e foi ate o cartaz mais próximo.
-nhe, 'procurado por chacina', este nao serve, muito trabalhoso - procurou mais um pouco ate achar o alvo perfeito.
-aha! 'Roy Depravo - pertubador da paz, trombadinha - Procurado vivo ou morto'. E estão dando 500 contos por esse, praticamente estao dando o dinheiro de graça!
Com o cartaz em mãos, John Cripple, desta vez cheio de energia, atravessou o bar e voltou ao cenário deplorável que era a pequena cidade aonde estava. Seu faro bem treinado para esse tipo de trabalho já tinha lhe ensinado que alvos como este não costumavam sair da cidade para se esconder, em geral ficavam escondidos em qualquer buraco, esperando a poeira baixar, e por que esse seria diferente?
Não poderia ser tão difícil encontrar Roy, afinal a cidade não era grande, muito pelo contrário... era práticamente uma vila. Passado alguns poucos minutos de busca, Cripple já estava se perguntando se tudo isso valeria o esforço, a droga da cidade estava basicamente deserta...
Praticamente tomado pelo tédio novamente, a figura de cabelos longos e barba por fazer foi caminhando em frente, entrou na primeira esquina que viu...
- Po-podemos entrar n-num acordo, pes-ssoal!
- Desencana Depravo, ou você devolve o que pegou ou iremos esmagar sua cabeça e te levar conosco.
Cripple, desacreditado de sua sorte, avistou de longe um grupo de pessoas, deviam ter umas 5, e pelo que acabara de ouvir, uma delas era Roy Depravo, seu objetivo.
- E então, o que vai ser? vai devolver ou não? - disse o mais alto.
- N-não posso, v-você não entenderia! - Disse um Roy incrivelmente desesperado, enquanto um dos outros quatro homens tomava a frente para falar.
- Deixa de lenga-lenga, você teve sua chance, agora vai ter que ser levado sem membros, talvez.
- Acho que tenho uma idéia melhor...-pronunciou Cripple. Todos os 5 homens viraram espantados diante dele.
- E por acaso quem é você?
- Não tem sentido dizer, apenas me entreguem o idiota do Roy.
- harhar por que pensa que entregaremos?
- Vocês vão me entregar, só quero que façam isso por bem - Contra argumentou John com um tom incrivelmente imponente - apenas quero beber... vão embora e o deixem aqui.
- Esse desgraçado aí, roubou os pertences do nosso Senhor, ele não pode sair impune.
- Bem triste essa história, sério... mas EU vou levar o Depravo aí.
Perdendo a paciência, o maior dos homens correu em direção a Cripple, que já esperava por isso, sacou sua fiel arma e atirou, apenas uma vez foi suficiente, o homem grande caia sem respirar.
- ELE ERA MEU IRMÃO - gritou um dos homens, e ao gritar partiu para atacar John, ao mesmo tempo que os outros 2 homens que restaram.
Ao meio de toda aquela confusão a figura raquitica de Roy Depravo ia saindo na surdina.
- Nem pense em sair daqui, filho da puta! - gritou Jonh ao mesmo tempo que puxava o ladrão esguio pelo colarinho - você não vai sair tão fácil dessa!
Depois de vários disparos e pancadas, apenas o que sobrou no local foi sangue derramado e tripas a mostra, e é claro, John Cripple e sua presa muito bem capturada:
- O-o que o s-enhor vai fazer comigo?
- O cartaz dizia, vivo ou morto, você escolhe agora.
E beber nunca foi tao prazeroso.
---------------------------------------------------------------------------
deixando claro algumas coisas:
- desculpem a demora para atualizar e por não visitar o blog de vocês, meu tempo estava curto (talvez ate renda alguns posts essa semana sem tempo). Mas espero que tudo volte ao normal agora.
- Esses contos, embora aleatórios, fazem parte de um universo muito maior que vocês pensam, Henrique sabe do que estou falando.
- Esses contos que aqui posto, não possuem uma ordem cronológica a ser seguida (entendido, Mayara?).
- Não, eu não bebo nem uma gota de álcool, quem me conhece sabe.
- O texto foi bem fraco, desculpem haha, preciso começar a planejar as histórias pra postar aqui e não postar tudo na hora =x
-nhe, 'procurado por chacina', este nao serve, muito trabalhoso - procurou mais um pouco ate achar o alvo perfeito.
-aha! 'Roy Depravo - pertubador da paz, trombadinha - Procurado vivo ou morto'. E estão dando 500 contos por esse, praticamente estao dando o dinheiro de graça!
Com o cartaz em mãos, John Cripple, desta vez cheio de energia, atravessou o bar e voltou ao cenário deplorável que era a pequena cidade aonde estava. Seu faro bem treinado para esse tipo de trabalho já tinha lhe ensinado que alvos como este não costumavam sair da cidade para se esconder, em geral ficavam escondidos em qualquer buraco, esperando a poeira baixar, e por que esse seria diferente?
Não poderia ser tão difícil encontrar Roy, afinal a cidade não era grande, muito pelo contrário... era práticamente uma vila. Passado alguns poucos minutos de busca, Cripple já estava se perguntando se tudo isso valeria o esforço, a droga da cidade estava basicamente deserta...
Praticamente tomado pelo tédio novamente, a figura de cabelos longos e barba por fazer foi caminhando em frente, entrou na primeira esquina que viu...
- Po-podemos entrar n-num acordo, pes-ssoal!
- Desencana Depravo, ou você devolve o que pegou ou iremos esmagar sua cabeça e te levar conosco.
Cripple, desacreditado de sua sorte, avistou de longe um grupo de pessoas, deviam ter umas 5, e pelo que acabara de ouvir, uma delas era Roy Depravo, seu objetivo.
- E então, o que vai ser? vai devolver ou não? - disse o mais alto.
- N-não posso, v-você não entenderia! - Disse um Roy incrivelmente desesperado, enquanto um dos outros quatro homens tomava a frente para falar.
- Deixa de lenga-lenga, você teve sua chance, agora vai ter que ser levado sem membros, talvez.
- Acho que tenho uma idéia melhor...-pronunciou Cripple. Todos os 5 homens viraram espantados diante dele.
- E por acaso quem é você?
- Não tem sentido dizer, apenas me entreguem o idiota do Roy.
- harhar por que pensa que entregaremos?
- Vocês vão me entregar, só quero que façam isso por bem - Contra argumentou John com um tom incrivelmente imponente - apenas quero beber... vão embora e o deixem aqui.
- Esse desgraçado aí, roubou os pertences do nosso Senhor, ele não pode sair impune.
- Bem triste essa história, sério... mas EU vou levar o Depravo aí.
Perdendo a paciência, o maior dos homens correu em direção a Cripple, que já esperava por isso, sacou sua fiel arma e atirou, apenas uma vez foi suficiente, o homem grande caia sem respirar.
- ELE ERA MEU IRMÃO - gritou um dos homens, e ao gritar partiu para atacar John, ao mesmo tempo que os outros 2 homens que restaram.
Ao meio de toda aquela confusão a figura raquitica de Roy Depravo ia saindo na surdina.
- Nem pense em sair daqui, filho da puta! - gritou Jonh ao mesmo tempo que puxava o ladrão esguio pelo colarinho - você não vai sair tão fácil dessa!
Depois de vários disparos e pancadas, apenas o que sobrou no local foi sangue derramado e tripas a mostra, e é claro, John Cripple e sua presa muito bem capturada:
- O-o que o s-enhor vai fazer comigo?
- O cartaz dizia, vivo ou morto, você escolhe agora.
E beber nunca foi tao prazeroso.
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deixando claro algumas coisas:
- desculpem a demora para atualizar e por não visitar o blog de vocês, meu tempo estava curto (talvez ate renda alguns posts essa semana sem tempo). Mas espero que tudo volte ao normal agora.
- Esses contos, embora aleatórios, fazem parte de um universo muito maior que vocês pensam, Henrique sabe do que estou falando.
- Esses contos que aqui posto, não possuem uma ordem cronológica a ser seguida (entendido, Mayara?).
- Não, eu não bebo nem uma gota de álcool, quem me conhece sabe.
- O texto foi bem fraco, desculpem haha, preciso começar a planejar as histórias pra postar aqui e não postar tudo na hora =x
domingo, 28 de março de 2010
Surpresas da vida
- arg, que saco... absolutamente nada para se fazer, e nem tenho um maldito tostão no bolso p'ra eu poder me embebedar, desgraça... - sem parar de reclamar por um minuto, John Cripple ia seguindo sem rumo certo, aparentemente, vida de caçador de recompensas não é lá essas coisas.
- hey cara - disse, se dirigindo ao indigente mais proximo - hey cara!
- hum?
- aonde tem um bar, nessa droga de cidade?
- acho que seguindo por esse caminho, você vai encontrar um... mas posso estar enganado...
- é melhor não estar; sabe se lá é movimentado?
- deve ser, é o unico boteco da região.
- que beleza de lugar hein... - empurrando o indigente, John seguiu em frente.
Depois de alguns minutos de caminhada, e mais reclamaçoes, o objetivo era finalmente alcançado. O lugar era realmente deplorável: sujo, nojento, mesas quebradas, manchas de sangue pelas paredes e mesmo aparentando ser o lugar mais indesejavel do mundo, o mendigo estava certo, estava lotado.
Imponentemente puto, Cripple foi em direção ao barman, ou a pessoa que mais aparentava ser o barman.
- vendem algum tipo de álcool por aqui?
- o que você acha? - exalando desprezo.
- e fazem fiado, por acaso?
- isso não é sério, né?
- mas que inferno... - disse dando as costas ao simpático homem - com tanta gente nesse bar, com certeza deve ter algum zé ruela de que eu possa me aproveitar.
Passado inumeras tentativas fracassadas de aproximação, John ficou andando aleatóriamente pelo estabelecimento, e analizando cada lugarzinho, reparou como as madeiras que formavam as paredes eram toscas e mal pregadas, teias de aranhas por toda parte, uma espécie de monitor ficava preso a parede, contudo, aparentava estar estragado e logo mais ali havia uma porta, que antes ele não tinha notado. Sem se importar se era permitido a entrada, caminhou ate lá. Era uma salinha pequena, olhou em volta do lugar e se deparou com algo que não esperava:
um quadro de cartazes, mas não cartazes quaiser. Anuncios de recompensas.
- mas que caralho de sorte !
-----------------------------------------------------
continua quando a criatividade deixar
- hey cara - disse, se dirigindo ao indigente mais proximo - hey cara!
- hum?
- aonde tem um bar, nessa droga de cidade?
- acho que seguindo por esse caminho, você vai encontrar um... mas posso estar enganado...
- é melhor não estar; sabe se lá é movimentado?
- deve ser, é o unico boteco da região.
- que beleza de lugar hein... - empurrando o indigente, John seguiu em frente.
Depois de alguns minutos de caminhada, e mais reclamaçoes, o objetivo era finalmente alcançado. O lugar era realmente deplorável: sujo, nojento, mesas quebradas, manchas de sangue pelas paredes e mesmo aparentando ser o lugar mais indesejavel do mundo, o mendigo estava certo, estava lotado.
Imponentemente puto, Cripple foi em direção ao barman, ou a pessoa que mais aparentava ser o barman.
- vendem algum tipo de álcool por aqui?
- o que você acha? - exalando desprezo.
- e fazem fiado, por acaso?
- isso não é sério, né?
- mas que inferno... - disse dando as costas ao simpático homem - com tanta gente nesse bar, com certeza deve ter algum zé ruela de que eu possa me aproveitar.
Passado inumeras tentativas fracassadas de aproximação, John ficou andando aleatóriamente pelo estabelecimento, e analizando cada lugarzinho, reparou como as madeiras que formavam as paredes eram toscas e mal pregadas, teias de aranhas por toda parte, uma espécie de monitor ficava preso a parede, contudo, aparentava estar estragado e logo mais ali havia uma porta, que antes ele não tinha notado. Sem se importar se era permitido a entrada, caminhou ate lá. Era uma salinha pequena, olhou em volta do lugar e se deparou com algo que não esperava:
um quadro de cartazes, mas não cartazes quaiser. Anuncios de recompensas.
- mas que caralho de sorte !
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continua quando a criatividade deixar
quinta-feira, 25 de março de 2010
Black Sabbath
Olhem que coisa, sem posts sobre o tg hoje, e estou atualizando com tanta frequencia que ate me assusto.
Os fatos que vou tentar descrever aqui ocorreram em uma aula na faculdade, não direi nome de professor nem de instituição, mas quem me conhece bem sabe que falo daquela uma que começa com C e termina com MAR, enfim...
Era uma aula de sociologia como qualquer outra, contudo a sala estava incrivelmente barulhenta, e sério, eu estava quieto.
O motivo de tanta conversa era de que o professor, estava fazendo anotaçoes no quadro sobre livros que iriamos ler no decorrer do bimestre, ele não havia iniciado a aula propriamente dita.
O professor, apos escrever no quadro, iria começar a aula, mas estava bem encomodado com o barulho, então ele pegou o livro de chamada e sentou-se para começar a tirar as faltas, sim, mesmo com o barulho... que não responder roda que nem toco na corredeira.
ainda com excessivo barulho na sala, resolvi comentar:
- essa sala precisa de disciplina...
e eis que o professor me retruca:
- e o que que alguem que usa uma camiseta do black sabbath sabe algo sobre disciplina?
fim.
ah é, essa era a camiseta que eu estava usando.
Os fatos que vou tentar descrever aqui ocorreram em uma aula na faculdade, não direi nome de professor nem de instituição, mas quem me conhece bem sabe que falo daquela uma que começa com C e termina com MAR, enfim...
Era uma aula de sociologia como qualquer outra, contudo a sala estava incrivelmente barulhenta, e sério, eu estava quieto.
O motivo de tanta conversa era de que o professor, estava fazendo anotaçoes no quadro sobre livros que iriamos ler no decorrer do bimestre, ele não havia iniciado a aula propriamente dita.
O professor, apos escrever no quadro, iria começar a aula, mas estava bem encomodado com o barulho, então ele pegou o livro de chamada e sentou-se para começar a tirar as faltas, sim, mesmo com o barulho... que não responder roda que nem toco na corredeira.
ainda com excessivo barulho na sala, resolvi comentar:
- essa sala precisa de disciplina...
e eis que o professor me retruca:
- e o que que alguem que usa uma camiseta do black sabbath sabe algo sobre disciplina?
fim.
ah é, essa era a camiseta que eu estava usando.
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