Olá leitor!
Como prometi, estou voltando a atualizar freneticamente esse blog. Sendo assim, vamos para mais uma magnifica história vivenciada por este que vos escreve.
Era uma manhã comum, estava trabalhando tranquilamente. Confesso que o tédio estava reinando, mas isso não é importante para a história.
O relógio marcava 11:50, era horário de almoço. Como de costume, peguei minhas coisas (chaves, pen drive, mochila, bláblá) desliguei meu computador e fui em direção a porta, junto a um amigo (que iremos chamar de D)
Cruzamos o portal, seguimos o caminho das escadas, fui na frente. Descia degrau por degrau tranquilamente, D estava logo atrás de mim. Ao chegar no piso, faltava um passo para eu atravessar a ultima porta e conquistar a calçada. Um passo, um único passo... um passo que mudaria minha vida... para sempre.
Movimentei minha perna lentamente, e numa fração de segundos senti um impacto tremendo na cabeça, que me fez ser arremessado no ar e, nas palavras do D, voar 2 metros.
Depois que percebi que estava no chão, tentei me levantar, percebi vultos em minha volta, espantados, o homem que me atropelou me ajudou a levantar, devia ter uns 30 anos, mais ou menos, D ficou assustado perguntado se estava tudo ok comigo. Logo após ter me ajudado, o sujeito ficou alguns segundos dizendo que a culpa não era dele, ta certo, afinal andar de bicicleta na calçada é perfeitamente compreensivel, quando a ciclovia mais próxima estava a 10 METROS DE DISTANCIA, sim era só atravessar a rua e TARAM! uma ciclovia, mas enfim, estou deixando a raiva falar mais alta, com erros ortográficos ainda por cima.
O cidadão de respeito levantou sua bicicleta, montou-a e saiu dizendo: FICA ESPERTO!
---------------------------------------------------------------------------------
minha sorte é fantástica, apenas isso.
queria apenas comentar, que em 3 posts, recebi 1 comentário, YEAH estou alcançando a fama! *-*
também queria dividir com vocês que depois do acidente, eu não voltei ao normal, acho heahea..
por uns dois dias fiquei com tonturas bastante fortes, quase me fazendo desmaiar, mas quanto a isso já estou melhor.
coincidentemente ou não, sinto que meu coração não esta no lugar certo... ele anda diferente, e esta me incomodando, essa semana tentarei marcar um cardiologista
Me desejem sorte, meus milhares de fãs....
Me deseje sorte, meu unico fã...
Me deseje sorte, sujeito que comentou uma vez na postagem anterior...
Me deseje sorte Henrique.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
sábado, 12 de junho de 2010
Military Bitches
Bem, como todos que acompanham meu blog sabem, estou passando uns meses, por livre e espontânea vontade logicamente, no tiro de guerra de minha cidade, enfim...
E, logicamente, tenho que usar a farda do exército...
E, infelizmente ou felizmente (no caso a ser apresentado aqui; infelizmente), existe um certo fetiche por tras de usar o fardamento, algumas pessoas acham sensual ou atraente, anyway...
- os fatos narrados aqui acontecem entre 4:20 e 4:40 -
Lá estava eu andando de bicicleta, na ja conhecida madruga boladona, não estava tão frio como nos dias anteriores, mas isto não vem ao caso.
O caso é que eu andava tranquilo pela avenida do TG, não avistava muita coisa a frente pelo fato de estar escuro...
Ainda faltavam algumas quadras (ou quarteirões (variação linguistica maldita) para chegar ao quartel. Um amigo passou de moto do meu lado acenando, acenei de volta.
e aqui começa a história.
quando meu amigo de moto avançou mais uns metros eu ouço o grito
"LEVA EU JUNTO"
eu prossegui em frente, e pude ver o que era: três periguetes escrotas e bebaças, que exalavam DSTs, andando na madrugada...
logo após uma delas gritar isso, elas se viraram e seguiram em frente, feito isso me avistaram vindo de encontro
"AH! ESSE DE BICICLETA VAI TER QUE PARAR!"
continuei pedalando
"SE NÃO PARAR VAI TER QUE ME ATROPELAR!"
nisso, paguei pra ver o blefe, e continuei pedalando... a safada entrou na frente da bicicleta mesmo, e puxou meu braço...
sério, se eu caisse por causa de uma vagaba dessas, iria bater nelas com a bicicleta.
estava com muita raiva para bolar alguma ofensa verbal... puxei meu braço de volta com força e continuei a pedalar, nisso uma delas grita algo que fez eu rir bastante...
"TIRA ESSE ÓDIO DO SEU CORAÇÃO! VAMO POR UM POUCO DE AMOR AE!"
o pior de tudo, ou melhor não sei, é que quando cheguei no TG, passou um tempo chegou outro colega, feliz dizendo
"cara, peguei o telefone de umas mina mô massa ali em cima."
vai na fé, champs.
E, logicamente, tenho que usar a farda do exército...
E, infelizmente ou felizmente (no caso a ser apresentado aqui; infelizmente), existe um certo fetiche por tras de usar o fardamento, algumas pessoas acham sensual ou atraente, anyway...
- os fatos narrados aqui acontecem entre 4:20 e 4:40 -
Lá estava eu andando de bicicleta, na ja conhecida madruga boladona, não estava tão frio como nos dias anteriores, mas isto não vem ao caso.
O caso é que eu andava tranquilo pela avenida do TG, não avistava muita coisa a frente pelo fato de estar escuro...
Ainda faltavam algumas quadras (ou quarteirões (variação linguistica maldita) para chegar ao quartel. Um amigo passou de moto do meu lado acenando, acenei de volta.
e aqui começa a história.
quando meu amigo de moto avançou mais uns metros eu ouço o grito
"LEVA EU JUNTO"
eu prossegui em frente, e pude ver o que era: três periguetes escrotas e bebaças, que exalavam DSTs, andando na madrugada...
logo após uma delas gritar isso, elas se viraram e seguiram em frente, feito isso me avistaram vindo de encontro
"AH! ESSE DE BICICLETA VAI TER QUE PARAR!"
continuei pedalando
"SE NÃO PARAR VAI TER QUE ME ATROPELAR!"
nisso, paguei pra ver o blefe, e continuei pedalando... a safada entrou na frente da bicicleta mesmo, e puxou meu braço...
sério, se eu caisse por causa de uma vagaba dessas, iria bater nelas com a bicicleta.
estava com muita raiva para bolar alguma ofensa verbal... puxei meu braço de volta com força e continuei a pedalar, nisso uma delas grita algo que fez eu rir bastante...
"TIRA ESSE ÓDIO DO SEU CORAÇÃO! VAMO POR UM POUCO DE AMOR AE!"
o pior de tudo, ou melhor não sei, é que quando cheguei no TG, passou um tempo chegou outro colega, feliz dizendo
"cara, peguei o telefone de umas mina mô massa ali em cima."
vai na fé, champs.
sábado, 29 de maio de 2010
Military Fail
Se você é um dos poucos que acompanha esse humilde bloguinho, sabe que estou sendo obrigado a servir a pátria.
Nossa história começa por aí, quando tenho que fazer algo de modo forçado, eu simplesmente não funciono direito...
acontece que na ultima instrução que tivemos, aprendemos a usar a baioneta (uma especie de faca que fica presa a sua coxa, mas também pode ser anexada na ponta do fuzil) e junto com a baioneta ganhamos um cinto.
Aqui gostaria de fazer outro adendo: meu porte físico é ridiculo, sou um anão magrelo e tosco... e devido a isso todo equipamento que recebo lá fica muito grande, demorando muito tempo para eu ajustar.
Após ganharmos esses apetrechos, o sargento estava explicando como a baioneta era anexada ao cinto, eu, contudo, estava ajustando o cinto ao meu corpão, e nao ouvi as instruções, mas até ae tudo bem, pois muita gente não sabia como fazer certo. Na hora de colocar a baioneta ao cinto, um atirador amigo, se ofereceu pra me ajudar e ajudar a outro ao meu lado, agradecido deixei ele me ajudar.
Aqui a coisa começa a feder.
Não fazendo por mal (sim, sei que foi um erro inocente) ele colocou a minha baioneta de modo errado, mas não só a minha... a dele e a do outro companheiro também.
Depois de um tempo, o sargento começou a passar de um em um para olhar o equipamento, se foi posto de modo certo e blá. Foi passando e ajustando o do pessoal, muitos estavam errados... até que ele chegou no meu.
Não sei o que houve, sabe, mas ele simplesmente se descontrolou, começou a gritar muito, me xingou (agora não lembro a palavra usada, mas era algo que eu nunca tinha ouvido haha) disse que era uma coisa fácil e todo mundo devia saber fazer, mandou eu tirar o cinto e arrumou de modo correto, me ofendendo em voz alta.
O mais engraçado disso tudo, é que o cara do lado, que estava errado exatamente do mesmo jeito, o sargento chegou e "poxa, deixa eu arrumar para você". acho que ele descarregou toda a barra de ódio em mim.
Eu já não funciono direito ao ser obrigado, ainda com o adicional de ser ofendido, meu cérebro desligou.
Após a sessão de ofensas, pegamos nossos fuzís, e o sargento ordenou
- Descan saar!
Assumi a posição de descansar, o fuzil ao lado, encostado na coxa uma mão segurando-o e a outra mao colada a outra coxa.
- Podem ajustar a farda e o equipamento.
Nesse instante, fui amarrar a baioneta a minha coxa... me virei e abaixei para amarrar, e escuto um barulho que me fez pensar o quão idiota eu sou.
Deixei o fuzil cair.
- VINTE!
Eu estava muito ocupado, me xingando, para ouvir o sargento me mandando fazer flexões.
Meus amigos do lado "paga 20, cara..." achei que fosse brincadeira e não o fiz.
- PAGA VINTE, AGORA!
"Caralho", pensei.
Deitei no chão e comecei a fazer flexão
- COM O FUZIL EM CIMA DAS MÃOS!
"Desgraça", pensei.
Peguei o fuzil e recomecei.
- TODO MUNDO, 3 VOLTAS AQUI AO REDOR!
Eu devia estar na 12º, mas quando ele mandou todos correrem, foram as flexões mais rápidas que fiz na vida... completei 20 peguei meu fuzil e sai correndo para alcançar os outros, que com certeza, só correram por minha culpa.
haha é engraçado porque estamos indo para o 4º mês de militarismo, e tinha a doce ilusão de que nunca iria fazer merda lá, mas ultimamente minha sorte anda me espantando, em questão de o quão ruim ela pode ficar.
Nossa história começa por aí, quando tenho que fazer algo de modo forçado, eu simplesmente não funciono direito...
acontece que na ultima instrução que tivemos, aprendemos a usar a baioneta (uma especie de faca que fica presa a sua coxa, mas também pode ser anexada na ponta do fuzil) e junto com a baioneta ganhamos um cinto.
Aqui gostaria de fazer outro adendo: meu porte físico é ridiculo, sou um anão magrelo e tosco... e devido a isso todo equipamento que recebo lá fica muito grande, demorando muito tempo para eu ajustar.
Após ganharmos esses apetrechos, o sargento estava explicando como a baioneta era anexada ao cinto, eu, contudo, estava ajustando o cinto ao meu corpão, e nao ouvi as instruções, mas até ae tudo bem, pois muita gente não sabia como fazer certo. Na hora de colocar a baioneta ao cinto, um atirador amigo, se ofereceu pra me ajudar e ajudar a outro ao meu lado, agradecido deixei ele me ajudar.
Aqui a coisa começa a feder.
Não fazendo por mal (sim, sei que foi um erro inocente) ele colocou a minha baioneta de modo errado, mas não só a minha... a dele e a do outro companheiro também.
Depois de um tempo, o sargento começou a passar de um em um para olhar o equipamento, se foi posto de modo certo e blá. Foi passando e ajustando o do pessoal, muitos estavam errados... até que ele chegou no meu.
Não sei o que houve, sabe, mas ele simplesmente se descontrolou, começou a gritar muito, me xingou (agora não lembro a palavra usada, mas era algo que eu nunca tinha ouvido haha) disse que era uma coisa fácil e todo mundo devia saber fazer, mandou eu tirar o cinto e arrumou de modo correto, me ofendendo em voz alta.
O mais engraçado disso tudo, é que o cara do lado, que estava errado exatamente do mesmo jeito, o sargento chegou e "poxa, deixa eu arrumar para você". acho que ele descarregou toda a barra de ódio em mim.
Eu já não funciono direito ao ser obrigado, ainda com o adicional de ser ofendido, meu cérebro desligou.
Após a sessão de ofensas, pegamos nossos fuzís, e o sargento ordenou
- Descan saar!
Assumi a posição de descansar, o fuzil ao lado, encostado na coxa uma mão segurando-o e a outra mao colada a outra coxa.
- Podem ajustar a farda e o equipamento.
Nesse instante, fui amarrar a baioneta a minha coxa... me virei e abaixei para amarrar, e escuto um barulho que me fez pensar o quão idiota eu sou.
Deixei o fuzil cair.
- VINTE!
Eu estava muito ocupado, me xingando, para ouvir o sargento me mandando fazer flexões.
Meus amigos do lado "paga 20, cara..." achei que fosse brincadeira e não o fiz.
- PAGA VINTE, AGORA!
"Caralho", pensei.
Deitei no chão e comecei a fazer flexão
- COM O FUZIL EM CIMA DAS MÃOS!
"Desgraça", pensei.
Peguei o fuzil e recomecei.
- TODO MUNDO, 3 VOLTAS AQUI AO REDOR!
Eu devia estar na 12º, mas quando ele mandou todos correrem, foram as flexões mais rápidas que fiz na vida... completei 20 peguei meu fuzil e sai correndo para alcançar os outros, que com certeza, só correram por minha culpa.
haha é engraçado porque estamos indo para o 4º mês de militarismo, e tinha a doce ilusão de que nunca iria fazer merda lá, mas ultimamente minha sorte anda me espantando, em questão de o quão ruim ela pode ficar.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
For Those About to Rock, We Salute You - Pt. II
A data do show era 07/04 (sim aconteceu há um tempo já)
Empolgado com a chance de poder ir ao show, procurei me informar do local e do preço. A apresentação seria realizada num teatro daqui, e o preço era de 35 reais.
Sabia que seria dia 7, porem nem procurei saber que dia da semana era... quando fui ver, seria em plena quarta-feira, iniciando as 20 horas com a banda de abertura Panndora. Fodeu, pensei comigo, estudo de noite, ao menos, naquela semana não tinha nada de 'importante' na faculdade.
Uma semana antes do show, eu e meu grupo deveríamos apresentar um trabalho sobre experiencia estética, poréééém, no dia da apresentação o Reitor Charles Bronson(provavelmente poucos de vocês sabem que é o charles bronson, mas o reitor é cara dele) resolveu dar uma palestra sobre como todos nós somos burros e incompetentes perto dele, e como o Brasil é um lixo em comparado os outros paises. Trabalho adiado para o dia 07/04.
A coisa tava tensa, eu estava realmente triste com isso, haha, provavelmente não iria mais ao show.
Sou bem careta, não gosto de matar aula, ainda mais com trabalho pra aprensetar haha.
Chegou o dia 07/04, eu indo pra faculdade... apresentar o semináriozinho de história da arte. A aprensetação deveria conter recursos audio visuais, como power point, videos e bláblá, a parte falada, óbvio, e no fim questões elaboradas pelo grupo para a sala responder.
Pelo menos ocorreu tudo bem no seminário, estavamos quase no fim da apresentação, eram as partes das perguntas, quando uma amiga, do nosso grupo, disse pra irmos para o show que essa parte seria com ela.
*_*
Rompendo as barreiras psicológicas de matar aula, eu e mais dois amigos seguimos para fora da faculdade, afinal era um motivo nobre, uma causa maior. (riariar!)
Chegamos ao teatro, perdemos uma boa parte da banda de abertura, mas não era problema, ficamos sentados assistindo ao show delas, a banda não era ruim, mas naquele dia cometeram vários deslizes =x
apos umas 2 musicas, elas encerraram, sairam do palco. Passado alguns minutos os técnicos começaram a repassar o som, levantamos e fomos ficar perto do palco.
Saindo de trás das cortinas, primeiro veio o guitarrista solo da banda, recebido por várias palmas e gritos, logo após veio o guitarrista base, baixista e o baterista, os primeiros acordes da mus
ica começaram a soar... Eis que parecendo um trator descontrolado, vem pisando forte o vocalista: BLAZE BAYLEY. Parecendo que ia pular sobre todos nós, ele veio raivoso e cantando como nunca (bem melhor que na era Maiden diga-se de passagem).
A proximidade que ele ficou do público foi impressionante, ele encostava na galera, puxava; havia uma senhora lá, quando ele à viu, foi ate ela e à abraçou (ainda cantando)
Foi inesquecível o show, Blaze é um cara e tanto, fez graça em cima do palco, falou coisas sérias, e é claro, cantou de um jeito incrivel. Mas o que mais me surpreendeu foi a humi
ldade, nao só dele mas de todos da banda, tanto é que após o show, ele não foi embora, nem ficou uns 10 minutinhos e depois foi, ficou lá ate todos irem embora, sim, todos... Atendeu aos fãs, tirou fotos com todos que queriam, deu autográfos, conversou, e como já dito, não só ele, todos da banda, isso foi o que eu achei mais impressionante, admito.
Ao termino do show, tirei fotos com os dois guitarristas (e quando perguntei, me disseram que ano que vem estão de volta) e é claro, com o grande Blaze, que por mais injustiçado que seja no mundo do metal, vem mostrando que tá com a corda toda, e cada vez melhor, trazendo um metal que hoje em dia é dificil de se ver.
Empolgado com a chance de poder ir ao show, procurei me informar do local e do preço. A apresentação seria realizada num teatro daqui, e o preço era de 35 reais.
Sabia que seria dia 7, porem nem procurei saber que dia da semana era... quando fui ver, seria em plena quarta-feira, iniciando as 20 horas com a banda de abertura Panndora. Fodeu, pensei comigo, estudo de noite, ao menos, naquela semana não tinha nada de 'importante' na faculdade.
Uma semana antes do show, eu e meu grupo deveríamos apresentar um trabalho sobre experiencia estética, poréééém, no dia da apresentação o Reitor Charles Bronson(provavelmente poucos de vocês sabem que é o charles bronson, mas o reitor é cara dele) resolveu dar uma palestra sobre como todos nós somos burros e incompetentes perto dele, e como o Brasil é um lixo em comparado os outros paises. Trabalho adiado para o dia 07/04.
A coisa tava tensa, eu estava realmente triste com isso, haha, provavelmente não iria mais ao show.
Sou bem careta, não gosto de matar aula, ainda mais com trabalho pra aprensetar haha.
Chegou o dia 07/04, eu indo pra faculdade... apresentar o semináriozinho de história da arte. A aprensetação deveria conter recursos audio visuais, como power point, videos e bláblá, a parte falada, óbvio, e no fim questões elaboradas pelo grupo para a sala responder.
Pelo menos ocorreu tudo bem no seminário, estavamos quase no fim da apresentação, eram as partes das perguntas, quando uma amiga, do nosso grupo, disse pra irmos para o show que essa parte seria com ela.
*_*
Rompendo as barreiras psicológicas de matar aula, eu e mais dois amigos seguimos para fora da faculdade, afinal era um motivo nobre, uma causa maior. (riariar!)
Chegamos ao teatro, perdemos uma boa parte da banda de abertura, mas não era problema, ficamos sentados assistindo ao show delas, a banda não era ruim, mas naquele dia cometeram vários deslizes =x
apos umas 2 musicas, elas encerraram, sairam do palco. Passado alguns minutos os técnicos começaram a repassar o som, levantamos e fomos ficar perto do palco.
Saindo de trás das cortinas, primeiro veio o guitarrista solo da banda, recebido por várias palmas e gritos, logo após veio o guitarrista base, baixista e o baterista, os primeiros acordes da mus
A proximidade que ele ficou do público foi impressionante, ele encostava na galera, puxava; havia uma senhora lá, quando ele à viu, foi ate ela e à abraçou (ainda cantando)
Foi inesquecível o show, Blaze é um cara e tanto, fez graça em cima do palco, falou coisas sérias, e é claro, cantou de um jeito incrivel. Mas o que mais me surpreendeu foi a humi
ldade, nao só dele mas de todos da banda, tanto é que após o show, ele não foi embora, nem ficou uns 10 minutinhos e depois foi, ficou lá ate todos irem embora, sim, todos... Atendeu aos fãs, tirou fotos com todos que queriam, deu autográfos, conversou, e como já dito, não só ele, todos da banda, isso foi o que eu achei mais impressionante, admito.Ao termino do show, tirei fotos com os dois guitarristas (e quando perguntei, me disseram que ano que vem estão de volta) e é claro, com o grande Blaze, que por mais injustiçado que seja no mundo do metal, vem mostrando que tá com a corda toda, e cada vez melhor, trazendo um metal que hoje em dia é dificil de se ver.
domingo, 18 de abril de 2010
For Those About to Rock, We Salute You
Por mais que eu goste de Heavy Metal e coisital, nunca fui muito de ir em shows ou ir em lugares onde a 'galera do metal' vai, até porque sou incrivelmente anti-social e não fico avontade em lugares com muita quantidade de gente.
A questão de não ir muito em shows, é que só vou em shows de bandas que eu realmente gosto muito, e que sei que valerá a pena, e outra coisa que não consigo fazer e ficar batendo a cabeça ou pulando igual um epilético.
Lá para meados de fevereiro, fiquei sabendo que haveria, em Maringá (sim, Maringá (obviamente, cidade aonde moro)) um show de uma banda chamada Blaze Bayley, ok muitos de vocês nem devem saber do que se trata, entãaaao vamos lá.
existe uma banda chamada Iron Maiden, e ela faz um som bem supimpa, e por volta de 1990 e poucos, o vocalista (Bruce dickinson) saiu da banda... e quem entrou pra substiti-lo? Blaze Bayley.
o problema, é que substituir Bruce Dickinson não é tarefa fácil, diria até que não é possível, enfim, por isso praticamente ninguem gostou de Blaze no Maiden, eu, particularmente, acho as musicas feitas na era Blaze muito boas, com letras interessantes e instrumental foda. Blaze não durou muito na banda e saiu, Bruce voltou e todos foram felizes.
Apos sair do Iron Maiden, Blaze Bayley montou sua propria banda, chamada BLAZE BAYLEY (adoro a criatividade alheia) fazendo um metal de qualidade e mostrando para todos o quão bom ele é.
Voltando ao ponto central do texto, eles iram vir na minha cidadezinha humilde, fiquei bem feliz com a notícia e queria muito ir.
(esse texto tera umas duas partes, acredito, poderia ter feito só em 1, mas dae demoraria mais pra atualizar, riariar)
musiquinha do blaze pra quem quiser ouvir
A questão de não ir muito em shows, é que só vou em shows de bandas que eu realmente gosto muito, e que sei que valerá a pena, e outra coisa que não consigo fazer e ficar batendo a cabeça ou pulando igual um epilético.
Lá para meados de fevereiro, fiquei sabendo que haveria, em Maringá (sim, Maringá (obviamente, cidade aonde moro)) um show de uma banda chamada Blaze Bayley, ok muitos de vocês nem devem saber do que se trata, entãaaao vamos lá.
existe uma banda chamada Iron Maiden, e ela faz um som bem supimpa, e por volta de 1990 e poucos, o vocalista (Bruce dickinson) saiu da banda... e quem entrou pra substiti-lo? Blaze Bayley.
o problema, é que substituir Bruce Dickinson não é tarefa fácil, diria até que não é possível, enfim, por isso praticamente ninguem gostou de Blaze no Maiden, eu, particularmente, acho as musicas feitas na era Blaze muito boas, com letras interessantes e instrumental foda. Blaze não durou muito na banda e saiu, Bruce voltou e todos foram felizes.
Apos sair do Iron Maiden, Blaze Bayley montou sua propria banda, chamada BLAZE BAYLEY (adoro a criatividade alheia) fazendo um metal de qualidade e mostrando para todos o quão bom ele é.
Voltando ao ponto central do texto, eles iram vir na minha cidadezinha humilde, fiquei bem feliz com a notícia e queria muito ir.
(esse texto tera umas duas partes, acredito, poderia ter feito só em 1, mas dae demoraria mais pra atualizar, riariar)
musiquinha do blaze pra quem quiser ouvir
quinta-feira, 25 de março de 2010
Black Sabbath
Olhem que coisa, sem posts sobre o tg hoje, e estou atualizando com tanta frequencia que ate me assusto.
Os fatos que vou tentar descrever aqui ocorreram em uma aula na faculdade, não direi nome de professor nem de instituição, mas quem me conhece bem sabe que falo daquela uma que começa com C e termina com MAR, enfim...
Era uma aula de sociologia como qualquer outra, contudo a sala estava incrivelmente barulhenta, e sério, eu estava quieto.
O motivo de tanta conversa era de que o professor, estava fazendo anotaçoes no quadro sobre livros que iriamos ler no decorrer do bimestre, ele não havia iniciado a aula propriamente dita.
O professor, apos escrever no quadro, iria começar a aula, mas estava bem encomodado com o barulho, então ele pegou o livro de chamada e sentou-se para começar a tirar as faltas, sim, mesmo com o barulho... que não responder roda que nem toco na corredeira.
ainda com excessivo barulho na sala, resolvi comentar:
- essa sala precisa de disciplina...
e eis que o professor me retruca:
- e o que que alguem que usa uma camiseta do black sabbath sabe algo sobre disciplina?
fim.
ah é, essa era a camiseta que eu estava usando.
Os fatos que vou tentar descrever aqui ocorreram em uma aula na faculdade, não direi nome de professor nem de instituição, mas quem me conhece bem sabe que falo daquela uma que começa com C e termina com MAR, enfim...
Era uma aula de sociologia como qualquer outra, contudo a sala estava incrivelmente barulhenta, e sério, eu estava quieto.
O motivo de tanta conversa era de que o professor, estava fazendo anotaçoes no quadro sobre livros que iriamos ler no decorrer do bimestre, ele não havia iniciado a aula propriamente dita.
O professor, apos escrever no quadro, iria começar a aula, mas estava bem encomodado com o barulho, então ele pegou o livro de chamada e sentou-se para começar a tirar as faltas, sim, mesmo com o barulho... que não responder roda que nem toco na corredeira.
ainda com excessivo barulho na sala, resolvi comentar:
- essa sala precisa de disciplina...
e eis que o professor me retruca:
- e o que que alguem que usa uma camiseta do black sabbath sabe algo sobre disciplina?
fim.
ah é, essa era a camiseta que eu estava usando.
terça-feira, 23 de março de 2010
blá
Tenho ciência de que histórias da minha mais nova vida militar já deram no saco, mas ou sao elas ou não há atualização, então:
Almoxarifado II - A Missão.
Acordei no horário de sempre, tomei meu cafézinho, me fardei, peguei a bicicleta, que por sinal estava com o pneu traseiro levemente vazio, e fui.
Hoje tivemos instrução teorica, ou seja, duzentos caras morrendo de sono em uma sala fechada escutando uma palestrazinha de 2 horas sobre prestação de respeito com o seu superior mais detalhes acarretariam na minha prisão riariar .
Ao terminar a bendita instrução incrivelmente animadora, fomos para fora onde o sargento questionou:
- quem foi do almoxarifado a ultima vez?
vi meu amigo do lado, que tinha ficado, erguendo a mao... tive que fazer o mesmo.
- ótimo, vão ficar pra ajudar ae de novo. Oito horas aqui.
Retrospectiva, daquela ultima vez, o sargento tinha dito que íamos para apucarana entregar tudo que empacotamos, um pouco mais animados achamos que seria hoje, mas não =).
Meu amigo, malandro, estava previnido e tinha levado algum dinheiro, eu não. Solidário e camarada, me pagou umas coisas para enganar o estomago.
Qaundo deu o horário fomos ao almoxarifado, e havia mais atiradores por lá, ao nos ver o sargento pediu para que, apenas nos dois, o seguissemos ate a sala dele.
- A missão de vocês hoje é contar todo esse fardamento, etiquetar e trocar de lugar e de caixa, pra deixar de um jeito padrão, tudo certinho.
- sim senhor - em coro.
Ele nos deixou lá, e foi para o seu computador, ligou o rádio e começou a ouvir as pegadinhas do mução (é, não sei escrever isso) e começou a dar risadas. Mesmo pasmo com o fato de ver que ele pode rir as vezes, pensamos como dessa vez estava mais tranquilo do que a vez anterior(já comentada aqui).
Foi bem chato de fazer, mas terminamos.
- otimo agora vao ajudar os outros atiradores lá.
(Y)
Mais dobraçao e separação de farda, bem bacana.
Quando faltava apenas algumas fardas, e a liberdade estava proxima, o sargento apareceu.
- venha aqui ulisses, tenho uma missao pra tu.
- puta merda hein sargento... (mentira, só pensei)
Fomos ate a sala dele.
- ó ta vendo aqui? você vai varrer tudo isso, passar cera no chão, cuidado pra não espirrar cera na parede hein cara, e depois vai colocar tudo desse lado pra lá, e encerar aqui.
Não sei expressar em palavras o que senti na hora.
Passado uns minutos o sargento tinha ido há uma reunião com os outros sargentos, e um amigo apareceu lá.
- se fodeu hein haha, você tem muito azar.
- pff...
- quer ajuda ae?
- claro '-'
Decorrido mais um tempo, já era meio dia, sargento deu por encerrada a missão, acredito que não por termos concluida, mas sim porque 'tenho que liberar vocês e trancar tudo aqui'.
cheguei em casa, comi e dormi, acordei agora com dores em varias partes do corpo.
Almoxarifado II - A Missão.
Acordei no horário de sempre, tomei meu cafézinho, me fardei, peguei a bicicleta, que por sinal estava com o pneu traseiro levemente vazio, e fui.
Hoje tivemos instrução teorica, ou seja, duzentos caras morrendo de sono em uma sala fechada escutando uma palestrazinha de 2 horas sobre prestação de respeito com o seu superior
Ao terminar a bendita instrução incrivelmente animadora, fomos para fora onde o sargento questionou:
- quem foi do almoxarifado a ultima vez?
vi meu amigo do lado, que tinha ficado, erguendo a mao... tive que fazer o mesmo.
- ótimo, vão ficar pra ajudar ae de novo. Oito horas aqui.
Retrospectiva, daquela ultima vez, o sargento tinha dito que íamos para apucarana entregar tudo que empacotamos, um pouco mais animados achamos que seria hoje, mas não =).
Meu amigo, malandro, estava previnido e tinha levado algum dinheiro, eu não. Solidário e camarada, me pagou umas coisas para enganar o estomago.
Qaundo deu o horário fomos ao almoxarifado, e havia mais atiradores por lá, ao nos ver o sargento pediu para que, apenas nos dois, o seguissemos ate a sala dele.
- A missão de vocês hoje é contar todo esse fardamento, etiquetar e trocar de lugar e de caixa, pra deixar de um jeito padrão, tudo certinho.
- sim senhor - em coro.
Ele nos deixou lá, e foi para o seu computador, ligou o rádio e começou a ouvir as pegadinhas do mução (é, não sei escrever isso) e começou a dar risadas. Mesmo pasmo com o fato de ver que ele pode rir as vezes, pensamos como dessa vez estava mais tranquilo do que a vez anterior(já comentada aqui).
Foi bem chato de fazer, mas terminamos.
- otimo agora vao ajudar os outros atiradores lá.
(Y)
Mais dobraçao e separação de farda, bem bacana.
Quando faltava apenas algumas fardas, e a liberdade estava proxima, o sargento apareceu.
- venha aqui ulisses, tenho uma missao pra tu.
- puta merda hein sargento... (mentira, só pensei)
Fomos ate a sala dele.
- ó ta vendo aqui? você vai varrer tudo isso, passar cera no chão, cuidado pra não espirrar cera na parede hein cara, e depois vai colocar tudo desse lado pra lá, e encerar aqui.
Não sei expressar em palavras o que senti na hora.
Passado uns minutos o sargento tinha ido há uma reunião com os outros sargentos, e um amigo apareceu lá.
- se fodeu hein haha, você tem muito azar.
- pff...
- quer ajuda ae?
- claro '-'
Decorrido mais um tempo, já era meio dia, sargento deu por encerrada a missão, acredito que não por termos concluida, mas sim porque 'tenho que liberar vocês e trancar tudo aqui'.
cheguei em casa, comi e dormi, acordei agora com dores em varias partes do corpo.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Military Tales
fatos ocorridos no dia 18/03
Acordei eram 3:45 da manhã, curioso, não tomei café da manhã igual todos os outros dias, não sei o por que, apenas estava pensando "vou chegar logo logo, comer um monte e capotar ate de tarde.
Fardei-me, peguei o que tinha de pegar (que se resume em uma chave) e fui de bicicleta seguindo a serenidade, na madruga boladona(sem se machucar dessa vez).
Assisti a instrução, fiz tudo que era preciso, apenas pensando em chegar em casa e desfrutar do merecido sono, eis que o relógio chega as 7 horas, hora de ir pra casa.
- 432 Ulisses - a voz em tom ordenante do sargento surgiu do nada.
- Senhor? - dizendo isso ao mesmo tempo em que ficava em pé.
- Você escolheu permanência da manhã, não foi?
- Hã.. Sim - ate me esqueci de chamar ele por 'senhor' na hora.
- então, vai ficar aqui hoje me ajudando.
Ele chamou outro atirador pra ajudar na tarefa... tivemos de ficar uma hora atoa, pois o sargento pediu pra encontrar com ele as 8, e eu passando fome lá.
Passado o tempo, ele falou nossa tarefa: organizar o almoxarifado do tiro de guerra.
Tivemos que contar, dobrar, medir, separar, encaixotar, dezenas de peças do fardamento... sem contar os coturnos, os tenis, e as roupas de educação fisica.
Resultado: saimos de lá ao meio dia :)
Morto de fome, sono e cansaço, voltei pra casa e dormi.
Acordei eram 3:45 da manhã, curioso, não tomei café da manhã igual todos os outros dias, não sei o por que, apenas estava pensando "vou chegar logo logo, comer um monte e capotar ate de tarde.
Fardei-me, peguei o que tinha de pegar (que se resume em uma chave) e fui de bicicleta seguindo a serenidade, na madruga boladona(sem se machucar dessa vez).
Assisti a instrução, fiz tudo que era preciso, apenas pensando em chegar em casa e desfrutar do merecido sono, eis que o relógio chega as 7 horas, hora de ir pra casa.
- 432 Ulisses - a voz em tom ordenante do sargento surgiu do nada.
- Senhor? - dizendo isso ao mesmo tempo em que ficava em pé.
- Você escolheu permanência da manhã, não foi?
- Hã.. Sim - ate me esqueci de chamar ele por 'senhor' na hora.
- então, vai ficar aqui hoje me ajudando.
Ele chamou outro atirador pra ajudar na tarefa... tivemos de ficar uma hora atoa, pois o sargento pediu pra encontrar com ele as 8, e eu passando fome lá.
Passado o tempo, ele falou nossa tarefa: organizar o almoxarifado do tiro de guerra.
Tivemos que contar, dobrar, medir, separar, encaixotar, dezenas de peças do fardamento... sem contar os coturnos, os tenis, e as roupas de educação fisica.
Resultado: saimos de lá ao meio dia :)
Morto de fome, sono e cansaço, voltei pra casa e dormi.
terça-feira, 16 de março de 2010
military stories
Não sei se vocês sabem, mas recentemente, fui obrigado a ser 'voluntário' nas forças armadas brasileiras, como na minha cidade não existe quartel, estou servindo ao Tiro de Guerra.
Muitos se orgulham, muitos gostam, eu particularmente não, o problema (que descobri atraves de muitas pesquisas e entrvistas (haha)) é que a maioria do pessoal se ve obrigado a gostar de servir a pátria... pelo simples fato de que se o fizer, será 'menos' pior o serviço militar; acho ridiculo isso, todos me aconselharam a 'começar a gostar' disso. só eu percebo o quao tosco é obrigar alguem a gostar de algo? bom, mas pro serviço militar, impor algo é normal, talvez seja por isso.
Enfim, esse post não é dedicado aos meus sentimentos quanto a militariedade da coisa e sim algo que me aconteceu hoje.
Retrocedendo um pouco.
Eu estava indo ao TG a pé, não é muito longe de casa, sao uns 20 minutos até lá, porém é um tanto quanto cansativo, além de ser maior parte subida, é de madrugada, sensibilizado com minha situação (haha) um amigo me emprestou uma antiga bicicleta dele, aceitei.
Precisava de uns ajustes e tudo mais, que foram feitos, troca de pneus, etc.
Enfim, hoje foi a primeira vez que fui lá de bicicleta, cheguei lá super rápido, foi até emocionante, com as pernas tremendo de cansaço, mas foi rápido. Depois de fazerem a chamada e fazermos flexões começou a instrução de hoje, que foi teorica, não posso dizer mais detalhes aqui, devido ao fato de poder ser preso riariar a instrução acabou, fui feliz pegar a bicicletinha pensando em chegar rapido em casa e dormir mais.
O começo do caminho, segui a pé caminhando com a bicicleta ao lado, pois era subida... passado algum tempo continuei em frente de bicicleta, estava tudo tranquilo, apenas pensando em dormir ao chegar, percorri 90% do caminho perfeitamente bem, eis que faltando dois quarteiroes (ou quadras) para eu chegar ao meu sono, acontece algo.
O pedal da bicicleta escapa do meus pés vestidos com um coturno, estava em alta velocidade para uma bicicleta, o pedal deu uma volta completa e... BAM
a desgraça do pedal deu a volta e acertou meu tornozelo por tras, foi uma dor bem legal de se lembrar. Desci da bicicleta e fui mancando pra casa. ao chegar lá, a dor ja nao era tanta, mas passei um oleozinho só para garantir, e fui dormir.
Ao acordar vi uma bola no lugar do tornozelo.
----------------------------------------------
vida militar sempre me surpreendendo, enfim, espero que amanhã de madrugada eu esteja curado para depois me machucar de novo.
Muitos se orgulham, muitos gostam, eu particularmente não, o problema (que descobri atraves de muitas pesquisas e entrvistas (haha)) é que a maioria do pessoal se ve obrigado a gostar de servir a pátria... pelo simples fato de que se o fizer, será 'menos' pior o serviço militar; acho ridiculo isso, todos me aconselharam a 'começar a gostar' disso. só eu percebo o quao tosco é obrigar alguem a gostar de algo? bom, mas pro serviço militar, impor algo é normal, talvez seja por isso.
Enfim, esse post não é dedicado aos meus sentimentos quanto a militariedade da coisa e sim algo que me aconteceu hoje.
Retrocedendo um pouco.
Eu estava indo ao TG a pé, não é muito longe de casa, sao uns 20 minutos até lá, porém é um tanto quanto cansativo, além de ser maior parte subida, é de madrugada, sensibilizado com minha situação (haha) um amigo me emprestou uma antiga bicicleta dele, aceitei.
Precisava de uns ajustes e tudo mais, que foram feitos, troca de pneus, etc.
Enfim, hoje foi a primeira vez que fui lá de bicicleta, cheguei lá super rápido, foi até emocionante, com as pernas tremendo de cansaço, mas foi rápido. Depois de fazerem a chamada e fazermos flexões começou a instrução de hoje, que foi teorica,
O começo do caminho, segui a pé caminhando com a bicicleta ao lado, pois era subida... passado algum tempo continuei em frente de bicicleta, estava tudo tranquilo, apenas pensando em dormir ao chegar, percorri 90% do caminho perfeitamente bem, eis que faltando dois quarteiroes (ou quadras) para eu chegar ao meu sono, acontece algo.
O pedal da bicicleta escapa do meus pés vestidos com um coturno, estava em alta velocidade para uma bicicleta, o pedal deu uma volta completa e... BAM
a desgraça do pedal deu a volta e acertou meu tornozelo por tras, foi uma dor bem legal de se lembrar. Desci da bicicleta e fui mancando pra casa. ao chegar lá, a dor ja nao era tanta, mas passei um oleozinho só para garantir, e fui dormir.
Ao acordar vi uma bola no lugar do tornozelo.
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vida militar sempre me surpreendendo, enfim, espero que amanhã de madrugada eu esteja curado para depois me machucar de novo.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
No ponto...
Como vocês já sabem, estou fazendo faculdade agora.
estou cursando publicidade e propaganda, é um curso noturno, tirando isso, estou gostando pra caramba.
enfim... esses dias, tive o ultimo horário vago, ou seja, chegaria em casa mais cedo *-*
doce ilusão...
a aula acabou por volta das 20:50, e nesse horário começaa o intervalo, sai da sala, me despedi de uns amigos, e aproveitei o tempo livre pra andar pela universidade, que eu não tinha visto nenhum outro lugar a não ser o bloco aonde estudo, dei umas voltas, andei por alguns blocos, e pronto, o intervalo acabou, agora, nada mais a se fazer a não ser ir embora... fui em direção ao ponto de onibus, que por sinal é um tanto perto do meu bloco.
cheguei lá, não havia mais ninguém, me senti no banco esperando o proximo onibus...
esperando...
esperando...
-hey amigo - disse uma voz
fiquei procurando da onde vinha, olhei pra dentro da universidade, um sujeito meio gordo e careca acenava, era o guarda de uma das entradas e saidas
-acabou de passar uma circular, um pouco antes de você chegar aí
-ah...
-é.. nem 10 minutos antes de você chegar, a proxima só 10 horas
-poxa brigado por avisar
-é, pq ela passa 9 e 10, 10 horas e depois só..
-11 e 10 né? (que por sinal é a que eu pego todos os dias em horários normais)
-acho que é 10 pras 11...
-ah é? (...); bom mas valeu por avisar
-nada não =)
voltei pra dentro da faculdade, fiquei andando e andando e andando, e subindo escadas, e andando, a porra do tempo não passava...
depois de ter perdido uns 3 kilos, resolvi voltar ao ponto e esperar, afinal, não tinha nada melhor a fazer mesmo...
sentado e esperando...
o tempo foi passando, e uma figura, veio descendo a rua, não dava pra ver quem era, estava longe... começou a se aproximar, era uma menina loira, acho que mais baixa que eu, não lembro... enfim, ela chegou no ponto, não sentou mesmo o banco estando 97% desocupado, os 3% era ocupado por mim, o tempo foi passando, silencio constrangedor (apenas em situaçoes de emergencia eu puxo conversa com estranhos(as) )
eis que ela fala:
-que circular ta esperando?
-doistresquatro - dizendo como se fosse super experiente em pegar circulares
-não é a trezentos e vinte e quatro não?
-ah é.. (experience fail)
e seguiu mais um silencio enorme... começaram a vir mais duas pessoas, duas meninas, que aparentavam ter uns 11 anos... mas cursavam algum curso relacionado a saude... pois falavam sobre jalecos e blá... elas puxaram assunto com a menina loira
-que horas passa circular ?
-acho que lá pelas 10 e pouco...
-faz tempo que ta aqui?
-3 anos já, comecei o 3º agora
(comecei a gargalhar internamente heahea)
depois dessa resposta de extrema coerencia com o assunto, a outra menina ficou quieta...
e o silencio caiu de novo, e eu rindo por dentro, afinal, ignorancia as vezes é divertida, eu disse as vezes!
e depois de mais uns minutos, a circular chegou... começou a chover durante o caminho... desci no meu ponto, uns 35 minutos depois de ter pego o onibus, e fui tomando chuva ate em casa...
viva a aula vaga =)
estou cursando publicidade e propaganda, é um curso noturno, tirando isso, estou gostando pra caramba.
enfim... esses dias, tive o ultimo horário vago, ou seja, chegaria em casa mais cedo *-*
doce ilusão...
a aula acabou por volta das 20:50, e nesse horário começaa o intervalo, sai da sala, me despedi de uns amigos, e aproveitei o tempo livre pra andar pela universidade, que eu não tinha visto nenhum outro lugar a não ser o bloco aonde estudo, dei umas voltas, andei por alguns blocos, e pronto, o intervalo acabou, agora, nada mais a se fazer a não ser ir embora... fui em direção ao ponto de onibus, que por sinal é um tanto perto do meu bloco.
cheguei lá, não havia mais ninguém, me senti no banco esperando o proximo onibus...
esperando...
esperando...
-hey amigo - disse uma voz
fiquei procurando da onde vinha, olhei pra dentro da universidade, um sujeito meio gordo e careca acenava, era o guarda de uma das entradas e saidas
-acabou de passar uma circular, um pouco antes de você chegar aí
-ah...
-é.. nem 10 minutos antes de você chegar, a proxima só 10 horas
-poxa brigado por avisar
-é, pq ela passa 9 e 10, 10 horas e depois só..
-11 e 10 né? (que por sinal é a que eu pego todos os dias em horários normais)
-acho que é 10 pras 11...
-ah é? (...); bom mas valeu por avisar
-nada não =)
voltei pra dentro da faculdade, fiquei andando e andando e andando, e subindo escadas, e andando, a porra do tempo não passava...
depois de ter perdido uns 3 kilos, resolvi voltar ao ponto e esperar, afinal, não tinha nada melhor a fazer mesmo...
sentado e esperando...
o tempo foi passando, e uma figura, veio descendo a rua, não dava pra ver quem era, estava longe... começou a se aproximar, era uma menina loira, acho que mais baixa que eu, não lembro... enfim, ela chegou no ponto, não sentou mesmo o banco estando 97% desocupado, os 3% era ocupado por mim, o tempo foi passando, silencio constrangedor (apenas em situaçoes de emergencia eu puxo conversa com estranhos(as) )
eis que ela fala:
-que circular ta esperando?
-doistresquatro - dizendo como se fosse super experiente em pegar circulares
-não é a trezentos e vinte e quatro não?
-ah é.. (experience fail)
e seguiu mais um silencio enorme... começaram a vir mais duas pessoas, duas meninas, que aparentavam ter uns 11 anos... mas cursavam algum curso relacionado a saude... pois falavam sobre jalecos e blá... elas puxaram assunto com a menina loira
-que horas passa circular ?
-acho que lá pelas 10 e pouco...
-faz tempo que ta aqui?
-3 anos já, comecei o 3º agora
(comecei a gargalhar internamente heahea)
depois dessa resposta de extrema coerencia com o assunto, a outra menina ficou quieta...
e o silencio caiu de novo, e eu rindo por dentro, afinal, ignorancia as vezes é divertida, eu disse as vezes!
e depois de mais uns minutos, a circular chegou... começou a chover durante o caminho... desci no meu ponto, uns 35 minutos depois de ter pego o onibus, e fui tomando chuva ate em casa...
viva a aula vaga =)
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